República Carolíngia II: Karma, Gente!


Eu e a República Carolíngia estamos assim, neste momento. 

Eu sou um Carro Branco e ela é uma Rolling Stone.



Não se preocupe. Quando chegar a hora, não haverá mesmo o que fazer.

Enquanto isso, vai se preparando para engolir a explicação que lhe faça sentir mais inteligente.

Aquela que lhe dá a impressão de ter algum domínio da coisa, mesmo que na verdade a coisa seja uma besta babando ácido sulfúrico pela boca de um quadrúpede sem cabeça.

Interessante (emocionante), foi vê-los no teatro do incêndio negando convictos ao deus, mas invocando a todo momento a presença do céu, em todas as suas cores. As palavras escorrendo como uma torneira que se esqueceu aberta. Porque de tanta água, é como se a torneira nem mais existisse, incapaz de fechar qualquer coisa. E o discurso então já não quer dizer mais nada, é apenas uma poça enorme de palavras se misturando sem sentido no chão.

Restava o olhar, me olhando e implorando por um segundo de Verdade.

Mas a Verdade, é Deus. 
E o diabo são as estatísticas.

Zlatha, aliás Julia Gunthel: 

A flexibilidade que o Pablo pensa que tem, mas não tem.
A não ser, talvez, no bolso, sempre pronto receber
mais CAPILÉ.


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